Consórcio Faz Capital

Cartas a partir de R$ 500 mil, com ou sem contemplação:

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Para quem é o Consórcio de Imóveis da Faz Capital?

Economia

Ideal para quem deseja comprar um imóvel com parcelas acessíveis e pagar menos.

Acompanhamento

Perfeito para quem está cansado de não receber atenção nos processos.

Previsibilidade e segurança

Para quem valoriza planejamento financeiro e quer evitar surpresas futuras.

Flexibilidade

Feito para quem deseja contemplar logo ou prefere poupar com inteligência.

Simples. Rápido. Fácil.

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Perguntas frequentes

Trabalhamos com mais de 10 das maiores administradoras de consórcio do Brasil. Analisamos cuidadosamente e simulamos entre elas para identificar, de acordo com a sua estratégia, a melhor opção para atender ao seu momento e ajudá-lo a alcançar seus objetivos.

Sim, é possível utilizar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). No entanto, será necessário seguir as regras da Caixa Econômica Federal. O FGTS pode ser utilizado para ofertar lances, quitar o saldo devedor ou amortizar parcelas.

Isso depende do perfil e objetivo de cada pessoa, mas relacionado a valores, com o consórcio é possível ter uma economia maior. No consórcio, você paga apenas taxas de administração, que giram em torno de 15% e são menores que os juros cobrados no financiamento. Veja a simulação a seguir*:

Modalidade Valor do imóvel Prazo Taxa Custo total
Consórcio R$ 250 mil 10 anos Taxa de administração: 15% R$ 287.500
Financiamento R$ 250 mil 10 anos Juros: 8% ao ano R$ 350.833

Ou seja, ao optar pelo consórcio, você tem uma economia de aproximadamente R$ 63.333* ao longo do período.

*Os valores podem variar por diversos fatores, incluindo administradora do consórcio, banco financiador, seguro prestamista, fundo de reserva e condições econômicas, mas os exemplos utilizados são representativos de taxas e práticas comuns no Brasil.

Pessoas Físicas ou Jurídicas (prioritariamente construtoras) que precisam da utilização imediata de um recurso barato.

Você pode revender a sua carta contemplada cobrando um valor maior do que foi pago (ágio), que costuma variar entre 10% e 30% sobre o valor atualizado da carta.

O que é?

Ativos de renda fixa são aqueles cujas regras de rendimento são definidas antes de sua aquisição. Na hora de investir, você já se sabe quais são o prazo e o critério de remuneração do ativo.

Os principais investimentos desta classe são CDBs, CRAs e CRIs, as LCAs e as LCIs, debêntures e títulos do Tesouro Nacional.

Por que investir?

01. Segurança
As regras de rendimento são definidas antes de sua aquisição.

02. Previsibilidade
Na hora de investir, já se sabe o prazo e o critério de remuneração do ativo.

03. Variedade de ativos
As opções permitem a diversificação de estratégias.

Pra quem?

Apesar de serem ativos conservadores, são indicados para todos os investidores. Para aqueles que priorizam a segurança do capital e preferem retornos mais estáveis, a renda fixa é uma ótima escolha. Ela garante que o investidor não será surpreendido por grandes oscilações no valor do investimento.

Mesmo aqueles mais arrojados podem utilizar a renda fixa para sua reserva de emergência e para buscar maiores rentabilidades no mercado secundário.