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Quanto custa remover tatuagem a laser?

Você se arrependeu de uma tatuagem? Quanto remover os desenhos da pele pode custar, e como funciona o processo? Descubra neste artigo!

37% dos brasileiros possuem ao menos uma tatuagem. Enquanto isso, aproximadamente um quarto das pessoas se arrepende de pelo menos uma de suas tatuagens, segundo um estudo do Pew Research de 2023.

Por isso, é fácil ver como a remoção de tatuagens deixou de ser um procedimento raro para se tornar uma busca cada vez mais comum nos últimos anos.

De acordo com um estudo da PrePly, mais de 275.000 brasileiros se interessaram pela retirada de tatuagens apenas no primeiro semestre de 2024, colocando nosso país na segunda posição entre as nações que mais buscam esse tipo de procedimento, atrás apenas dos Estados Unidos.

Mas como funciona a remoção de tatuagens? E quanto custa? Sai tudo mesmo?

Neste artigo, vamos responder essas e mais perguntas! Confira!

Como funciona a remoção de tatuagem a laser?

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Fonte: Thá Dermatologia

A remoção de tatuagem a laser funciona por meio da quebra das partículas de tinta que estão na pele, permitindo que o próprio organismo elimine esses fragmentos ao longo do tempo.

Quando a tatuagem é feita, o pigmento é depositado em camadas profundas da pele (a derme). Por isso, ela não sai com o simples processo de renovação natural da pele. O laser entra justamente para resolver esse problema.

Em termos práticos, o equipamento emite pulsos de luz de alta energia, extremamente rápidos, direcionados especificamente para a tinta da tatuagem.

Essa luz não “queima” a pele, ela é absorvida pelo pigmento, que se fragmenta em partículas muito menores.

Após a sessão, o sistema imunológico entra em ação. As células de defesa reconhecem esses fragmentos como resíduos e passam a eliminá-los gradualmente pela circulação e pelo sistema linfático. É por isso que a tatuagem vai clareando aos poucos, sessão após sessão, e não desaparece de uma vez.

A remoção de tatuagem dói?

Sim. Remover tatuagem pode causar dor, porém, o nível é relativo.

Para algumas pessoas, apagar a tatuagem dói tanto ou mais do que fazê-la. Para outros, nem tanto.

Quantas sessões são necessárias para remover uma tatuagem?

A quantidade varia bastante, dependendo do tamanho, pigmento e profundidade da tatuagem.

Estudos indicam uma média de 3 a 7 sessões, com intervalos de 6 a 8 semanas entre elas.

Em casos mais complexos, o processo pode passar de 10 sessões. Vale lembrar que a velocidade de recuperação do próprio corpo é um dos pontos que definem a quantidade de sessões, e o espaçamento entre elas.

Sai tudo?

A remoção, infelizmente, nem sempre é total.

Fatores como pigmento, profundidade e quantidade de tinta usada na pele influenciam no processo de remoção. Por isso, nem sempre é possível apagar 100% uma tatuagem.

O que influencia o preço da remoção de tatuagem?

O preço da remoção de tatuagem a laser pode variar bastante, porque não existe um valor único ou tabela fixa para esse tipo de procedimento. O custo final depende de uma combinação de fatores técnicos, estéticos e clínicos, avaliados caso a caso.

Abaixo estão os principais pontos que influenciam diretamente o valor do tratamento:

Tamanho da tatuagem

Quanto maior a tatuagem, mais sessões serão necessárias.

Cores da tinta

Tintas pretas são mais fáceis de serem removidas, enquanto as coloridas apresentam um desafio maior. As cores vermelhas e azuis, por exemplo, costumam exigir mais sessões.

Idade da tatuagem

Tatuagens antigas tendem a desbotar mais rápido, o que facilita o processo de remoção.

Cor da pele

Peles mais escuras podem ter mais complicações que as mais claras, e a quantidade de sessões também varia conforme cada caso.

Região do corpo

Áreas com melhor circulação sanguínea (como tronco e braços) tendem a responder melhor ao tratamento. Já regiões com menor vascularização, como pés, mãos e tornozelos, costumam exigir mais sessões.

Número de sessões necessárias

Algumas pessoas precisam de 5 sessões, outras de 10 ou mais. Esse fator é essencial para entender o custo total do tratamento, e não apenas o preço por sessão.

Quanto custa remover uma tatuagem?

Como mencionamos, o preço de remover uma tatuagem varia muito conforme diversos fatores. Porém, fizemos uma pesquisa para que você tenha uma estimativa de quanto pode gastar com isso!

Segundo o Diário do Comércio, a remoção de tatuagem tem um custo médio de entre R$ 150,00 e R$ 1.000,00 por sessão. Segundo o UOL, você pode esperar pagar entre R$ 400,00 e R$ 800,00 por sessão.

Mas existem estimativas mais altas, também. De acordo com o Globo, você pode pagar em média R$ 1.000,00 por sessão, e segundo a Dra. Juliana Toma, o valor fica entre R$ 1.000,00 e R$ 3.000,00.

A Band fala também da possibilidade de contratar o pacote completo da remoção em uma clínica especializada. Neste caso, o valor total esperado é entre R$ 2.000,00 e R$ 4.000,00.

Remoção de tatuagem é coberta por plano de saúde?

Na maioria dos casos, não.

A remoção de tatuagem não é coberta pelos planos de saúde, pois é classificada como um procedimento estético e eletivo, ou seja, não considerado necessário do ponto de vista médico.

Vale a pena remover uma tatuagem?

Depende do seu momento, do seu incômodo e do seu planejamento financeiro.

Remover tatuagem pode, sim, valer a pena quando ela deixou de representar quem você é, atrapalha sua autoestima ou impacta sua vida pessoal e profissional. Nesse sentido, o procedimento vai além da estética: é um investimento em bem-estar, confiança e qualidade de vida.

Mas é importante ser realista. A remoção não é instantânea, nem barata. Envolve múltiplas sessões, custos recorrentes e resultados que variam de pessoa para pessoa.

Por isso, o erro mais comum é olhar apenas o preço por sessão, sem considerar o custo total do tratamento e o tempo envolvido. Você precisa ter certeza de que o procedimento cabe no seu bolso antes de começar. Mas, se couber a for sua vontade, vá em frente!

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O que são?

Um fundo de investimento é uma aplicação financeira que reúne recursos de diversos investidores, com o objetivo de investir esse capital em um conjunto diversificado de ativos financeiros. Esses ativos podem incluir ações, títulos de dívida, imóveis, moedas estrangeiras, entre outros.

A administração e a gestão do fundo são feitas por um gestor profissional, que toma decisões de investimento visando maximizar os rendimentos e minimizar os riscos para os participantes.

Por que investir?

01. Gestor profissional
Contratação dos serviços de um gestor profissional para rentabilizar investimentos.

02. Baixo custo de operação
Baixo custo de operação de investimentos.

03. Estratégias avançadas
Acesso a uma infinidade de estratégias.

Pra quem?

Por englobarem todas as possibilidades de estratégias do mercado financeiro, são indicados para todos os tipos de investidores.

O que varia serão os perfis de risco dos fundos que comporão a carteira conforme as necessidades, expectativas e possibilidades de cada investidor.

O que é?

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3 para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, de forma 100% online. Lançado em 2002, surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos.

Além de acessível e de apresentar muitas opções de investimento, tem uma boa rentabilidade e liquidez diária, sendo a aplicação de menor risco do mercado.

Por que investir?

01. Segurança
Ativos 100% garantidos pelo Tesouro Nacional.

02. Variedade
Opções conforme os seus objetivos.

03. Fácil acesso
Não é preciso um aporte muito grande para começar

Pra quem?

Na verdade, o Tesouro Direto é indicado para todos os investidores.

Como os demais ativos de renda fixa, até mesmo os investidores mais arrojados podem utilizar os títulos do Tesouro Nacional para sua reserva de emergência e para buscar maiores rentabilidades no mercado secundário.

O que são?

Ações representam uma pequena parte na sociedade de uma grande empresa. Ao adquirir uma, você se torna sócio daquele negócio e recebe os proventos proporcionais à sua participação.

Ao deter esses papeis, o investidor passa a receber dois tipos de pagamentos: dividendos e juros sobre capital próprio. Os valores dependem do lucro gerado pela empresa.

Por que investir?

01. Longo prazo
Rendimentos esperados maiores em prazos longos, frente à baixa rentabilidade atual dos ativos de menor risco.

02. Renda Recorrente
Possibilidade de obtenção de renda recorrente, através de dividendos e juros sobre capital próprio.

03. Diversificação
Possibilidade de construir um portfólio com variados níveis de risco e volatilidade e adaptar rapidamente a carteira em caso de mudanças no mercado.

Pra quem?

Ações são indicadas para quem tem perspectiva de retornos de médio e longo prazo e tem maturidade para entender que quedas são naturais e que é necessário ter um acompanhamento constante do portfólio, seja pelo próprio investidor ou por um assessor profissional.

Ao contrário do senso comum, ações não são apenas para investidores agressivos e arrojados – carteiras de perfil moderado também podem fazer uso delas. O mercado de capitais é muito vasto e é versátil, sendo possível elaborar composições variadas de ações.

O que são?

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) são fundos que captam recursos de investidores e procuram obter rentabilidade no mercado imobiliário.

Isso é feito através de incorporação de empreendimentos, compra de lajes de corporativas, residências e galpões logísticos para aluguel ou até mesmo compra e venda de direitos de crédito e dívidas do setor.

Por que investir?

01. Isento de Imposto de Renda
Recebimento de renda mensal, isenta de imposto de renda.

02. Renda mensal
Possibilidade de investir em imóveis sem precisar administrá-los.

03. Não imobilização do patrimônio
Poder investir em imóveis sem imobilizar o capital.

Pra quem?

Os FIIs são indicados para quem deseja obter renda mensal a partir de seus investimentos e para quem pretende investir em imóveis a partir de pequenos valores.

Uma de suas principais características é que eles precisam distribuir aos cotistas pelo menos 95% dos rendimentos recebidos em sua operação todos os meses, o que faz com que sejam um excelente ativo para obtenção de renda recorrente.

O que é?

Ativos de renda fixa são aqueles cujas regras de rendimento são definidas antes de sua aquisição. Na hora de investir, você já se sabe quais são o prazo e o critério de remuneração do ativo.

Os principais investimentos desta classe são CDBs, CRAs e CRIs, as LCAs e as LCIs, debêntures e títulos do Tesouro Nacional.

Por que investir?

01. Segurança
As regras de rendimento são definidas antes de sua aquisição.

02. Previsibilidade
Na hora de investir, já se sabe o prazo e o critério de remuneração do ativo.

03. Variedade de ativos
As opções permitem a diversificação de estratégias.

Pra quem?

Apesar de serem ativos conservadores, são indicados para todos os investidores. Para aqueles que priorizam a segurança do capital e preferem retornos mais estáveis, a renda fixa é uma ótima escolha. Ela garante que o investidor não será surpreendido por grandes oscilações no valor do investimento.

Mesmo aqueles mais arrojados podem utilizar a renda fixa para sua reserva de emergência e para buscar maiores rentabilidades no mercado secundário.