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IDIV: conheça o índice de ações boas pagadoras de dividendos da B3!

Entenda o que é o IDIV, como funciona o índice de dividendos da B3, quais empresas fazem parte dele e seus limites para montar uma carteira!

O IDIV é um dos principais índices da B3 para quem acompanha empresas boas pagadoras de dividendos.

Ele reúne uma carteira teórica de ações e units que se destacam na distribuição de proventos, como dividendos e juros sobre capital próprio.

Neste artigo, você vai entender o que é o IDIV, como sua composição é definida, quais suas limitações e por que montar uma carteira de dividendos exige análise, estratégia e acompanhamento. Acompanha!

O que é o IDIV?

O IDIV é o Índice Dividendos da B3.

Basicamente, ele funciona como uma carteira teórica formada por ações e units de empresas listadas na bolsa brasileira que se destacam na remuneração dos investidores por meio de dividendos e juros sobre capital próprio.

Na prática, o IDIV reúne ativos de companhias que, de acordo com os critérios da B3, apresentam histórico sólido de distribuição de proventos. Por isso, ele costuma ser acompanhado por investidores que buscam ações boas pagadoras de dividendos.

⚠️ Mas é importante entender que o IDIV não é uma recomendação de compra. Ele é um índice de referência, assim como o Ibovespa, por exemplo. Ou seja, serve para acompanhar o desempenho médio de uma carteira teórica de ativos, e não para dizer automaticamente quais ações devem estar na carteira de cada investidor.

Qual é o objetivo do IDIV?

O objetivo do IDIV é medir o desempenho médio dos ativos que se destacaram em termos de remuneração aos investidores, considerando pagamentos como dividendos e juros sobre capital próprio.

Em outras palavras, ele ajuda o mercado a acompanhar como se comporta um conjunto de empresas reconhecidas pela distribuição de proventos. Isso pode ser especialmente útil para quem deseja estudar o universo de ações voltadas para dividendos e comparar esse grupo com outros índices da bolsa.

Quais as limitações do IDIV?

O IDIV pode ser uma boa referência para quem quer acompanhar empresas que se destacaram na distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio. Ainda assim, ele tem limitações importantes.

A primeira delas é que o IDIV é uma carteira teórica baseada em dados passados, e dividendos passados não garantem dividendos futuros. Se o lucro da empresa cair, se a companhia aumentar investimentos, se o endividamento crescer ou se o cenário mudar, os dividendos podem diminuir.

Além disso, o índice não avalia tudo que importa em uma empresa. A metodologia do IDIV considera critérios objetivos, como liquidez, presença em negociação, dividend yield e histórico de proventos.

Esses critérios são úteis, mas não substituem uma análise completa da empresa. Para montar uma carteira de dividendos, também é importante avaliar geração de caixa, endividamento, previsibilidade dos resultados e outros pontos.

Finalmente, o IDIV não considera o seu perfil de investidor, seu prazo, seus objetivos, sua tolerância a risco, sua necessidade de liquidez ou o papel que os dividendos devem cumprir dentro do seu patrimônio.

Uma carteira de dividendos para complementar renda, por exemplo, pode ser diferente de uma carteira para acumulação de longo prazo com reinvestimento dos proventos.

Por isso, copiar o índice cegamente pode resultar em uma carteira desalinhada para o investidor.

Como é definida a composição do IDIV?

A composição do IDIV é definida pela metodologia da própria B3.

Isso significa que o índice não é montado de forma subjetiva, nem apenas com base em empresas que “parecem” boas pagadoras de dividendos. Ele segue critérios específicos para definir quais ativos podem entrar, permanecer ou sair da carteira teórica. Confira eles abaixo:

Tipo de ativo

O IDIV é composto por ações e units exclusivamente de ações de companhias listadas na B3. Ou seja, o índice não inclui qualquer tipo de ativo negociado na bolsa.

Ficam fora desse universo os BDRs e os ativos de companhias em recuperação judicial, recuperação extrajudicial, regime especial de administração temporária, intervenção ou qualquer outra situação especial de listagem.

Critérios de liquidez

Para fazer parte do IDIV, o ativo precisa ter um nível mínimo de negociação no mercado.

Segundo a metodologia da B3, ele deve estar entre os ativos elegíveis que, nas três carteiras anteriores, em ordem decrescente de Índice de Negociabilidade, representem em conjunto 99% do somatório total desse indicador.

Em termos simples, isso significa que o índice busca selecionar ações que tenham negociação relevante na bolsa, evitando ativos com pouca liquidez.

Presença em pregão

Além de ter liquidez, o ativo também precisa ter presença constante nas negociações.

A regra exige que ele tenha sido negociado em 95% das sessões de negociação no período de vigência das três carteiras anteriores.

Esse critério ajuda a evitar que entrem no índice ações que até podem ter algum volume pontual, mas não são negociadas com regularidade.

Restrição a penny stocks

Outro critério importante é que o ativo não pode ser classificado como penny stock.

Na prática, isso significa que ações com preço muito baixo ficam fora da composição, conforme os critérios adotados pela B3. Essa regra busca reduzir a presença de ativos com características mais especulativas ou com distorções relevantes de preço.

Critério de dividend yield

Como o IDIV é um índice voltado para empresas pagadoras de dividendos, o dividend yield tem papel central na metodologia.

Para entrar no índice, o ativo precisa estar entre os 33% dos ativos com maiores dividend yields nos últimos 36 meses. Além disso, precisa ter apresentado dividend yield positivo em cada período de 12 meses dentro dessa janela de 36 meses.

Ou seja, não basta ter pago um dividendo elevado uma única vez. A metodologia busca empresas que tenham apresentado remuneração positiva ao investidor ao longo de diferentes períodos.

Ponderação dos ativos

Depois de definidos os ativos que fazem parte do índice, a B3 também estabelece como será o peso de cada um dentro da carteira teórica.

No IDIV, os ativos são ponderados pelo dividend yield, calculado com base nos 36 meses anteriores à avaliação da carteira. Para isso, a B3 divide esse período em três janelas de 12 meses, calcula os dividend yields de cada janela e utiliza a mediana desses três períodos para definir a participação do ativo no índice.

Revisão da carteira

A carteira dos índices da B3, incluindo o IDIV, é revisada periodicamente. Segundo a B3, essas revisões acontecem a cada quatro meses, em janeiro, maio e setembro, com possibilidade de entrada e saída de empresas de acordo com a metodologia de cada índice.

Quais empresas fazem parte do IDIV?

No dia em que este artigo é escrito (23/07/2026), a composição do Índice de Boas Pagadoras de Dividendos é a seguinte:

Fonte: B3

Tem como investir diretamente no IDIV?

Não exatamente.

O IDIV é um índice, não um ativo financeiro que pode ser comprado diretamente. Na prática, quem deseja se expor ao desempenho do IDIV pode fazer isso por meio de produtos que buscam acompanhar esse índice.

O principal exemplo é o DIVO11, ETF conhecido como It Now IDIV Fundo de Índice, gerido pela Itaú Asset.

Segundo a própria gestora, o fundo tem como objetivo refletir a performance do Índice de Boas Pagadoras de Dividendos da B3, antes de taxas e despesas, investindo principalmente nas ações que compõem a carteira teórica.

Isso pode trazer praticidade, porque a gestão do fundo fica responsável por acompanhar a composição do índice e realizar os ajustes necessários conforme as mudanças da carteira teórica.

Porém, vale mencionar que o DIVO11 é um ETF de acumulação, ou seja, os proventos recebidos pelas empresas da carteira são reinvestidos no próprio fundo, e não distribuídos diretamente ao cotista. Você não recebe dividendos dele.

Além disso, o DIVO11 pode ter concentração em determinados setores ou empresas, dependendo da composição vigente do IDIV. E como o índice é baseado em critérios objetivos, como dividend yield e histórico de proventos, ele não necessariamente seleciona as melhores empresas para todos os momentos ou para todos os perfis.

Finalmente, como todo ETF, o DIVO11 pode apresentar riscos de mercado, liquidez, custos, tributação e eventual descolamento em relação ao índice de referência. Por isso, o DIVO11 pode ser uma ferramenta interessante para quem busca exposição ao IDIV com praticidade, mas não deve ser tratado como uma fórmula mágica para montar uma carteira de dividendos.

Vale a pena usar o IDIV para escolher boas pagadoras de dividendos?

O IDIV pode ser uma boa referência para identificar empresas com histórico de pagamento de dividendos, mas não deve ser visto como uma fórmula pronta de investimento.

Dividendos passados não garantem dividendos futuros, e um dividend yield alto pode esconder riscos, como queda forte no preço da ação ou piora nos fundamentos da empresa.

Além disso, o índice não avalia todos os aspectos do negócio, pode concentrar exposição em setores específicos e não considera o perfil, os objetivos e o prazo de cada investidor. Por isso, ele pode servir como ponto de partida, mas montar uma carteira de dividendos exige análise, diversificação e acompanhamento.

Como a Faz Capital pode ajudar na construção de uma carteira de dividendos?

Uma estratégia de dividendos exige olhar além do pagamento de proventos. É preciso avaliar a qualidade das empresas, a sustentabilidade dos dividendos e outros pontos, sempre de forma alinhada com o seu perfil de investidor.

É justamente nesse processo que a assessoria da Faz Capital pode ajudar.

Nossos assessores acompanham o mercado, entendem seus objetivos e ajudam a construir uma carteira mais coerente com o que você busca. Assim, em vez de escolher ações apenas pelo dividend yield ou copiar um índice sem critério, você conta com apoio especializado para tomar decisões com mais estratégia!

abaixo, fale com um dos nossos especialistas e descubra como a Faz Capital pode ajudar você a construir uma carteira de dividendos mais alinhada aos seus objetivos!

Sua nova experiência com investimentos começa aqui

Esperamos que você tenha gostado deste artigo, e nos vemos no próximo!

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O que são?

Um fundo de investimento é uma aplicação financeira que reúne recursos de diversos investidores, com o objetivo de investir esse capital em um conjunto diversificado de ativos financeiros. Esses ativos podem incluir ações, títulos de dívida, imóveis, moedas estrangeiras, entre outros.

A administração e a gestão do fundo são feitas por um gestor profissional, que toma decisões de investimento visando maximizar os rendimentos e minimizar os riscos para os participantes.

Por que investir?

01. Gestor profissional
Contratação dos serviços de um gestor profissional para rentabilizar investimentos.

02. Baixo custo de operação
Baixo custo de operação de investimentos.

03. Estratégias avançadas
Acesso a uma infinidade de estratégias.

Pra quem?

Por englobarem todas as possibilidades de estratégias do mercado financeiro, são indicados para todos os tipos de investidores.

O que varia serão os perfis de risco dos fundos que comporão a carteira conforme as necessidades, expectativas e possibilidades de cada investidor.

O que é?

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3 para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, de forma 100% online. Lançado em 2002, surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos.

Além de acessível e de apresentar muitas opções de investimento, tem uma boa rentabilidade e liquidez diária, sendo a aplicação de menor risco do mercado.

Por que investir?

01. Segurança
Ativos 100% garantidos pelo Tesouro Nacional.

02. Variedade
Opções conforme os seus objetivos.

03. Fácil acesso
Não é preciso um aporte muito grande para começar

Pra quem?

Na verdade, o Tesouro Direto é indicado para todos os investidores.

Como os demais ativos de renda fixa, até mesmo os investidores mais arrojados podem utilizar os títulos do Tesouro Nacional para sua reserva de emergência e para buscar maiores rentabilidades no mercado secundário.

O que são?

Ações representam uma pequena parte na sociedade de uma grande empresa. Ao adquirir uma, você se torna sócio daquele negócio e recebe os proventos proporcionais à sua participação.

Ao deter esses papeis, o investidor passa a receber dois tipos de pagamentos: dividendos e juros sobre capital próprio. Os valores dependem do lucro gerado pela empresa.

Por que investir?

01. Longo prazo
Rendimentos esperados maiores em prazos longos, frente à baixa rentabilidade atual dos ativos de menor risco.

02. Renda Recorrente
Possibilidade de obtenção de renda recorrente, através de dividendos e juros sobre capital próprio.

03. Diversificação
Possibilidade de construir um portfólio com variados níveis de risco e volatilidade e adaptar rapidamente a carteira em caso de mudanças no mercado.

Pra quem?

Ações são indicadas para quem tem perspectiva de retornos de médio e longo prazo e tem maturidade para entender que quedas são naturais e que é necessário ter um acompanhamento constante do portfólio, seja pelo próprio investidor ou por um assessor profissional.

Ao contrário do senso comum, ações não são apenas para investidores agressivos e arrojados – carteiras de perfil moderado também podem fazer uso delas. O mercado de capitais é muito vasto e é versátil, sendo possível elaborar composições variadas de ações.

O que são?

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) são fundos que captam recursos de investidores e procuram obter rentabilidade no mercado imobiliário.

Isso é feito através de incorporação de empreendimentos, compra de lajes de corporativas, residências e galpões logísticos para aluguel ou até mesmo compra e venda de direitos de crédito e dívidas do setor.

Por que investir?

01. Isento de Imposto de Renda
Recebimento de renda mensal, isenta de imposto de renda.

02. Renda mensal
Possibilidade de investir em imóveis sem precisar administrá-los.

03. Não imobilização do patrimônio
Poder investir em imóveis sem imobilizar o capital.

Pra quem?

Os FIIs são indicados para quem deseja obter renda mensal a partir de seus investimentos e para quem pretende investir em imóveis a partir de pequenos valores.

Uma de suas principais características é que eles precisam distribuir aos cotistas pelo menos 95% dos rendimentos recebidos em sua operação todos os meses, o que faz com que sejam um excelente ativo para obtenção de renda recorrente.

O que é?

Ativos de renda fixa são aqueles cujas regras de rendimento são definidas antes de sua aquisição. Na hora de investir, você já se sabe quais são o prazo e o critério de remuneração do ativo.

Os principais investimentos desta classe são CDBs, CRAs e CRIs, as LCAs e as LCIs, debêntures e títulos do Tesouro Nacional.

Por que investir?

01. Segurança
As regras de rendimento são definidas antes de sua aquisição.

02. Previsibilidade
Na hora de investir, já se sabe o prazo e o critério de remuneração do ativo.

03. Variedade de ativos
As opções permitem a diversificação de estratégias.

Pra quem?

Apesar de serem ativos conservadores, são indicados para todos os investidores. Para aqueles que priorizam a segurança do capital e preferem retornos mais estáveis, a renda fixa é uma ótima escolha. Ela garante que o investidor não será surpreendido por grandes oscilações no valor do investimento.

Mesmo aqueles mais arrojados podem utilizar a renda fixa para sua reserva de emergência e para buscar maiores rentabilidades no mercado secundário.