Investimentos de baixo risco: opções para investir com mais segurança

Conheça investimentos de baixo risco, entenda os principais tipos de risco ao investir e veja opções como Tesouro Selic, CDB, LCI, LCA e Fundos DI.

Investimentos de baixo risco costumam ser associados a mais segurança, previsibilidade e tranquilidade.

Mas isso não significa que eles sejam livres de riscos. Antes de escolher onde aplicar, é importante entender os riscos e avaliar se cada produto faz sentido para seu objetivo, prazo e perfil de investidor.

Neste artigo, você vai conhecer algumas opções de investimentos de baixo risco e entender os cuidados que ainda precisam ser considerados antes de investir. Acompanha!

O que é risco nos investimentos?

Quando falamos em investimentos de baixo risco, o primeiro passo é entender o que significa “risco” nesse contexto.

De forma simples, risco é a possibilidade de o resultado de um investimento ser diferente do esperado.

Isso pode significar perder dinheiro, ganhar menos do que o previsto, precisar resgatar em um momento ruim ou até deixar o dinheiro em uma aplicação que não acompanha seus objetivos.

Por isso, o risco não está presente apenas em investimentos mais voláteis, como ações ou fundos mais agressivos. Ele também pode aparecer em aplicações consideradas conservadoras, dependendo do prazo, da liquidez, da rentabilidade, da inflação e da instituição emissora.

E antes de buscar investimentos de baixo risco, é importante entender qual risco você está tentando reduzir. Afinal, uma aplicação pode ser muito segura em um aspecto, mas ainda exigir atenção em outro. Por isso, continue lendo para conhecer os riscos e os investimentos que os minimizam!

Risco não é apenas perder dinheiro

Um erro comum é pensar que risco significa apenas ver o saldo cair. Esse é, de fato, um tipo de risco. Mas não é o único.

Imagine um investimento que nunca oscila, mas rende pouco por muito tempo. Ele pode parecer seguro, mas talvez não seja suficiente para proteger seu patrimônio da inflação ou para ajudar você a alcançar seus objetivos financeiros.

Nesse caso, o problema não está em perder dinheiro nominalmente, mas em perder poder de compra ou deixar de aproveitar alternativas mais eficientes.

É aqui que entra o conceito de custo de oportunidade. Ao escolher um investimento, você também deixa de escolher outros. Portanto, manter dinheiro em uma aplicação muito conservadora pode fazer sentido para reserva de emergência ou objetivos de curto prazo, mas pode ser pouco eficiente para metas de longo prazo.

Nós explicamos esse conceito com mais profundidade neste outro artigo, sobre custo de oportunidade nos investimentos.

Quais são os principais tipos de risco ao investir?

Todo investimento envolve algum tipo de risco. A diferença é que esses riscos aparecem de formas diferentes dependendo do produto, do prazo, da instituição emissora, da liquidez e da estratégia do investidor.

Por isso, antes de escolher investimentos de baixo risco, é importante entender quais riscos fazem mais sentido observar. Nós separamos os 5 principais abaixo:

Risco de mercado

O risco de mercado é a possibilidade de o preço de um ativo oscilar por causa de mudanças no cenário econômico, nos juros, na inflação, no câmbio ou nas expectativas dos investidores.

Esse risco é mais evidente em investimentos como ações, fundos imobiliários e fundos multimercados, mas também pode aparecer na renda fixa. Títulos públicos e privados com prazos mais longos, por exemplo, podem oscilar antes do vencimento por causa da marcação a mercado.

Por isso, mesmo investimentos considerados conservadores podem ter variações no curto prazo, especialmente quando o investidor decide resgatar antes da data prevista.

Risco de crédito

O risco de crédito é o risco de a instituição ou o emissor do título não conseguir honrar o pagamento combinado.

Isso pode acontecer, por exemplo, em títulos privados, como CDBs, LCIs, LCAs, CRIs, CRAs e debêntures.

Quando você investe nesses produtos, está emprestando dinheiro para uma instituição financeira ou empresa. Em troca, recebe uma remuneração. Mas existe o risco de o emissor enfrentar problemas financeiros.

Em alguns casos, esse risco é reduzido pela cobertura do FGC. Ainda assim, isso não elimina a necessidade de avaliar a qualidade do emissor e de evitar concentração excessiva em uma única instituição.

Risco de liquidez

O risco de liquidez é a possibilidade de não conseguir transformar o investimento em dinheiro rapidamente, ou de precisar aceitar perdas para fazer isso.

Esse ponto é especialmente importante para quem pode precisar do dinheiro no curto prazo. Um investimento pode ter baixo risco de crédito, mas não ser adequado para reserva de emergência se tiver prazo longo, carência ou baixa facilidade de resgate.

Por isso, liquidez não deve ser tratada como detalhe. Para objetivos próximos, o acesso ao dinheiro pode ser tão importante quanto a rentabilidade.

Risco de inflação

O risco de inflação é o risco de a rentabilidade do investimento não ser suficiente para preservar o poder de compra ao longo do tempo.

Imagine uma aplicação que rende, mas rende menos do que a alta dos preços. Nesse caso, o saldo pode até crescer nominalmente, mas o dinheiro perde valor na prática, porque compra menos do que comprava antes.

Esse risco é muito relevante em investimentos conservadores, especialmente quando o investidor deixa o dinheiro por longos períodos em produtos com rentabilidade baixa.

Risco de concentração

O risco de concentração aparece quando uma parte grande demais do patrimônio está exposta ao mesmo ativo, emissor, setor, indexador ou classe de investimento.

Por isso, diversificar sempre é importante. Investimentos de baixo risco podem fazer parte de uma estratégia segura, mas precisam ser combinados com critério, respeitando perfil, prazo, liquidez e objetivos.

O que são investimentos de baixo risco?

Investimentos de baixo risco são aplicações que, em geral, oferecem maior previsibilidade, menor volatilidade e menor chance de perdas relevantes quando comparadas a alternativas mais arrojadas.

Normalmente, eles estão associados a produtos de renda fixa, emissores mais sólidos, regras claras de rentabilidade e prazos bem definidos.

Mas é importante reforçar: baixo risco não significa risco zero.

Mesmo aplicações consideradas seguras estão expostas a riscos. A diferença é que, nesses investimentos, esses riscos tendem a ser mais controlados, conhecidos ou previsíveis.

Quais investimentos de baixo risco considerar?

Abaixo, selecionamos 4 exemplos de investimentos notoriamente considerados como de baixo risco:

Tesouro Selic

O Tesouro Selic é um título público emitido pelo Tesouro Nacional e costuma ser uma das opções mais lembradas quando falamos em investimentos de baixo risco.

Como funciona?

O Tesouro Selic é um título pós-fixado, ou seja, sua rentabilidade acompanha a taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira.

Quando a Selic sobe, sua remuneração tende a aumentar. Quando a Selic cai, o retorno também tende a diminuir. Ainda assim, ele costuma ter baixa volatilidade em comparação com outros títulos públicos, como os prefixados ou atrelados à inflação.

Quais as vantagens?

A principal vantagem do Tesouro Selic é combinar baixo risco, liquidez e simplicidade.

Por ser um título público federal, é considerado uma das alternativas mais seguras do mercado brasileiro em termos de risco de crédito. Além disso, tem liquidez diária, o que facilita o resgate em caso de necessidade.

Por isso, pode fazer sentido para reserva de emergência, objetivos de curto prazo e dinheiro que precisa ficar disponível sem ficar parado na conta corrente.

Quais riscos ainda existem?

Apesar de ser considerado de baixo risco, o Tesouro Selic não é risco zero.

Ele pode ter pequenas oscilações no curto prazo, especialmente por causa do preço de compra e venda do título. Além disso, se a Selic cair, sua rentabilidade também tende a diminuir.

Outro ponto é a tributação. O Tesouro Selic está sujeito ao Imposto de Renda da renda fixa e, em resgates muito curtos, pode haver IOF.

CDB com liquidez diária

O CDB com liquidez diária também costuma aparecer entre os investimentos de baixo risco, especialmente para quem busca uma alternativa simples, conservadora e com possibilidade de resgate rápido.

Como funciona?

O CDB é um título emitido por bancos. Na prática, ao investir em um CDB, você empresta dinheiro para a instituição financeira e recebe uma remuneração em troca

Ele pode ter diferentes formas de remuneração, mas os mais comuns são pós-fixados e atrelados ao CDI, uma taxa próxima da Selic.

Quando falamos em CDB com liquidez diária, significa que o investidor pode solicitar o resgate a qualquer momento, respeitando as regras e prazos da aplicação.

Quais as vantagens?

A principal vantagem do CDB com liquidez diária é contar com a cobertura do FGC, dentro dos limites e regras vigentes. Isso ajuda a reduzir o risco de crédito para o investidor, embora não elimine a necessidade de avaliar a instituição emissora.

Outro ponto positivo é que, dependendo da taxa oferecida, o CDB pode render mais do que alternativas muito tradicionais, mantendo uma lógica conservadora.

Quais riscos ainda existem?

Apesar de ser considerado de baixo risco, o CDB ainda exige alguns cuidados.

O principal é o risco de crédito, já que o investimento depende da capacidade do banco emissor de honrar o pagamento. A cobertura do FGC ajuda, mas não deve ser usada como desculpa para concentrar todo o dinheiro em uma única instituição.

Também é importante observar a rentabilidade oferecida, a tributação de Imposto de Renda e a incidência de IOF em resgates muito curtos.

LCI e LCA

As LCIs e LCAs também estão entre os investimentos de baixo risco mais conhecidos da renda fixa.

Como funciona?

Ao investir em uma LCI ou LCA, você empresta dinheiro para uma instituição financeira e recebe uma remuneração em troca.

A LCI é a Letra de Crédito Imobiliário, ligada ao setor imobiliário. Já a LCA é a Letra de Crédito do Agronegócio, ligada ao setor do agro.

Esses títulos podem ter rentabilidade prefixada, pós-fixada ou atrelada à inflação. Em muitos casos, são indexados ao CDI, funcionando de forma parecida com outros produtos de renda fixa, mas com uma diferença importante: para pessoas físicas, LCIs e LCAs costumam ser isentas de Imposto de Renda.

Quais as vantagens?

A principal vantagem de LCIs e LCAs é a isenção de Imposto de Renda, que pode tornar esses produtos mais atraentes quando comparados a outros investimentos de renda fixa com tributação, desde que a taxa oferecida seja competitiva.

Além disso, LCIs e LCAs também podem contar com cobertura do FGC, dentro dos limites e regras vigentes, o que ajuda a reduzir o risco de crédito para o investidor.

Quais riscos ainda existem?

Apesar de serem consideradas investimentos de baixo risco, LCIs e LCAs ainda exigem atenção.

O primeiro ponto é o risco de crédito, já que o pagamento depende da instituição emissora. A cobertura do FGC ajuda, mas não elimina o risco.

Outro cuidado importante é a liquidez. Muitas LCIs e LCAs têm prazo de carência ou vencimento definido, o que pode dificultar o resgate antes do prazo.

Fundos DI ou fundos de renda fixa conservadores

Os Fundos DI e os fundos de renda fixa conservadores também podem ser alternativas para quem busca investimentos de baixo risco, especialmente quando o objetivo é ter uma aplicação simples, diversificada e com gestão profissional.

Como funciona?

Ao investir em um fundo DI ou fundo de renda fixa conservador, o investidor compra cotas de um fundo administrado por uma gestora profissional.

Em geral, esses fundos investem em títulos públicos, operações compromissadas e papéis de renda fixa de baixo risco, buscando acompanhar indicadores como o CDI ou a Selic.

A gestora decide onde aplicar os recursos, sempre respeitando a política do fundo. Nos fundos mais conservadores, a carteira costuma ser composta por ativos de alta liquidez e menor risco, como Tesouro Selic e títulos de instituições financeiras sólidas.

Quais as vantagens?

A principal vantagem é a praticidade. O investidor não precisa escolher título por título, pois essa seleção fica sob responsabilidade da gestão do fundo.

Além disso, muitos fundos DI têm liquidez rápida, o que pode ser útil para reserva de emergência, caixa de curto prazo ou organização financeira.

Outro ponto positivo é a diversificação, já que o fundo pode distribuir os recursos entre diferentes ativos e emissores.

Quais riscos ainda existem?

Porém, como você deve estar prevendo, mesmo em fundos conservadores, ainda existem riscos.

O primeiro cuidado é olhar a taxa de administração, porque custos altos podem reduzir bastante a rentabilidade líquida. Também é importante observar a liquidez do fundo, o prazo de resgate e a política de investimento.

Além disso, fundos não contam com cobertura do FGC. Por isso, mesmo sendo conservadores, é importante entender onde o fundo investe e qual nível de risco ele assume.

Como investir com segurança pela Faz Capital

Investimentos de baixo risco podem ser excelentes aliados para quem busca mais segurança, previsibilidade e organização financeira.

Mas, como vimos ao longo deste artigo, baixo risco não significa ausência de risco.

Mesmo aplicações conservadoras podem envolver riscos de crédito, liquidez, inflação, concentração, custos e tributação. Por isso, mais importante do que escolher um produto isolado é entender qual investimento faz sentido para o seu objetivo, seu prazo e seu perfil de investidor.

Na Faz Capital, você encontra acesso a diferentes alternativas de investimentos de baixo risco. Além disso, nossos assessores ajudam você a avaliar quais opções fazem mais sentido para a sua realidade!

Preencha o formulário abaixo, e fale com um de nossos assessores para encontrar os investimentos mais adequados para você!

Sua nova experiência com investimentos começa aqui

Esperamos que você tenha gostado deste artigo, e nos vemos no próximo!

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O que são?

Um fundo de investimento é uma aplicação financeira que reúne recursos de diversos investidores, com o objetivo de investir esse capital em um conjunto diversificado de ativos financeiros. Esses ativos podem incluir ações, títulos de dívida, imóveis, moedas estrangeiras, entre outros.

A administração e a gestão do fundo são feitas por um gestor profissional, que toma decisões de investimento visando maximizar os rendimentos e minimizar os riscos para os participantes.

Por que investir?

01. Gestor profissional
Contratação dos serviços de um gestor profissional para rentabilizar investimentos.

02. Baixo custo de operação
Baixo custo de operação de investimentos.

03. Estratégias avançadas
Acesso a uma infinidade de estratégias.

Pra quem?

Por englobarem todas as possibilidades de estratégias do mercado financeiro, são indicados para todos os tipos de investidores.

O que varia serão os perfis de risco dos fundos que comporão a carteira conforme as necessidades, expectativas e possibilidades de cada investidor.

O que é?

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3 para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, de forma 100% online. Lançado em 2002, surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos.

Além de acessível e de apresentar muitas opções de investimento, tem uma boa rentabilidade e liquidez diária, sendo a aplicação de menor risco do mercado.

Por que investir?

01. Segurança
Ativos 100% garantidos pelo Tesouro Nacional.

02. Variedade
Opções conforme os seus objetivos.

03. Fácil acesso
Não é preciso um aporte muito grande para começar

Pra quem?

Na verdade, o Tesouro Direto é indicado para todos os investidores.

Como os demais ativos de renda fixa, até mesmo os investidores mais arrojados podem utilizar os títulos do Tesouro Nacional para sua reserva de emergência e para buscar maiores rentabilidades no mercado secundário.

O que são?

Ações representam uma pequena parte na sociedade de uma grande empresa. Ao adquirir uma, você se torna sócio daquele negócio e recebe os proventos proporcionais à sua participação.

Ao deter esses papeis, o investidor passa a receber dois tipos de pagamentos: dividendos e juros sobre capital próprio. Os valores dependem do lucro gerado pela empresa.

Por que investir?

01. Longo prazo
Rendimentos esperados maiores em prazos longos, frente à baixa rentabilidade atual dos ativos de menor risco.

02. Renda Recorrente
Possibilidade de obtenção de renda recorrente, através de dividendos e juros sobre capital próprio.

03. Diversificação
Possibilidade de construir um portfólio com variados níveis de risco e volatilidade e adaptar rapidamente a carteira em caso de mudanças no mercado.

Pra quem?

Ações são indicadas para quem tem perspectiva de retornos de médio e longo prazo e tem maturidade para entender que quedas são naturais e que é necessário ter um acompanhamento constante do portfólio, seja pelo próprio investidor ou por um assessor profissional.

Ao contrário do senso comum, ações não são apenas para investidores agressivos e arrojados – carteiras de perfil moderado também podem fazer uso delas. O mercado de capitais é muito vasto e é versátil, sendo possível elaborar composições variadas de ações.

O que são?

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) são fundos que captam recursos de investidores e procuram obter rentabilidade no mercado imobiliário.

Isso é feito através de incorporação de empreendimentos, compra de lajes de corporativas, residências e galpões logísticos para aluguel ou até mesmo compra e venda de direitos de crédito e dívidas do setor.

Por que investir?

01. Isento de Imposto de Renda
Recebimento de renda mensal, isenta de imposto de renda.

02. Renda mensal
Possibilidade de investir em imóveis sem precisar administrá-los.

03. Não imobilização do patrimônio
Poder investir em imóveis sem imobilizar o capital.

Pra quem?

Os FIIs são indicados para quem deseja obter renda mensal a partir de seus investimentos e para quem pretende investir em imóveis a partir de pequenos valores.

Uma de suas principais características é que eles precisam distribuir aos cotistas pelo menos 95% dos rendimentos recebidos em sua operação todos os meses, o que faz com que sejam um excelente ativo para obtenção de renda recorrente.

O que é?

Ativos de renda fixa são aqueles cujas regras de rendimento são definidas antes de sua aquisição. Na hora de investir, você já se sabe quais são o prazo e o critério de remuneração do ativo.

Os principais investimentos desta classe são CDBs, CRAs e CRIs, as LCAs e as LCIs, debêntures e títulos do Tesouro Nacional.

Por que investir?

01. Segurança
As regras de rendimento são definidas antes de sua aquisição.

02. Previsibilidade
Na hora de investir, já se sabe o prazo e o critério de remuneração do ativo.

03. Variedade de ativos
As opções permitem a diversificação de estratégias.

Pra quem?

Apesar de serem ativos conservadores, são indicados para todos os investidores. Para aqueles que priorizam a segurança do capital e preferem retornos mais estáveis, a renda fixa é uma ótima escolha. Ela garante que o investidor não será surpreendido por grandes oscilações no valor do investimento.

Mesmo aqueles mais arrojados podem utilizar a renda fixa para sua reserva de emergência e para buscar maiores rentabilidades no mercado secundário.